Kouros projeta continuidade em alto investimento no basquete do Minas, mas avisa: ‘Tem que correr atrás de patrocínio’

Elenco do Minas no início da temporada 2019/2020 (Foto: Divulgação/NBB)

Para a temporada 2019/2020, o Minas Tênis Clube a equipe minas-tenista mais forte da era NBB (desde 2009), pelo menos no papel. Jogadores de Seleção Brasileira, como o ala-armador Leandrinho e o ala Alex Garcia, destaques nacionais, como o armador Davi Rossetto, o ala Gui Deodato e o ala-pivô Tyrone Curnell e outros atletas importantes, como o pivô Devon Scott, integram o bom elenco comandado pelo jovem técnico Leo Costa, de 39 anos.

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A intenção é que esse alto investimento no basquete, algo recente na filosofia do clube, siga. Ex-presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB) e atual presidente do Conselho Deliberativo do Minas, Kouros Monadjemi alertou que, para isso, mais patrocínios devem ser captados.

“Se investimos nesta temporada para montar esta equipe, o Minas possivelmente deverá manter. Agora, temos que correr atrás de patrocínio também, esse que é o problema. Quanto maior e mais forte a equipe, mais precisamos de verba de patrocínio. E estamos lutando com isso. A intenção é seguir com o alto nível no basquete, o Minas não faz um negócio por um ano e para. A questão é dar esse suporte para que se mantenha e que cresça, como acabou acontecendo com o vôlei feminino recentemente”, disse, ao Basquete Todo Dia.

Alex e Leandrinho fazem parte parte do ambicioso projeto do Minas; ambos têm contrato até o fim desta temporada (Foto: Divulgação/NBB)
Alex e Leandrinho fazem parte parte do ambicioso projeto do Minas; ambos têm contrato até o fim desta temporada (Foto: Divulgação/NBB)

Atualmente, o Minas é o quinto do NBB, com 14 vitórias e oito derrotas. Também nesta temporada, o time foi semifinalista da Copa Super 8. A melhor colocação de um time minas-tenista em um NBB foi na primeira edição, na temporada 2008/2009, quando ficou em terceiro lugar.

Basquete feminino?

Um dos maiores clubes poliesportivos do Brasil, o Minas vem tentando, além de convencer em quadra, tornar a cultura do basquete mais comum. Apesar disso, a criação de uma equipe feminina de basquete ainda não está no planejamento.

“O Minas começar um time de basquete feminino é muito difícil a essa altura, porque nós não temos base para tal. As equipes de ponta nossas são espelhos da base. Nas outras modalidades, todas, temos equipes de base. Como tem base, fazemos a ponte para ser uma espécie de um chamamento, um espelho, porque a criançada olha o objetivo que tem lá em cima e busca isso. E assim formamos atleta, e não é de hoje”, afirmou.

Na edição deste ano, a Liga de Basquete Feminino (LBF), principal torneio do país, oito equipes de quatro estados (Maranhão, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo).

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