Basquete brasileiro e internacional prestam homenagens a Gerson Victalino

Gersão dedicou parte do tempo como aposentado ao aprendizado do basquete a jovens (Foto: DIvulgação/Ginástico)
Gersão dedicou parte do tempo como aposentado ao aprendizado do basquete a jovens (Foto: DIvulgação/Ginástico)

O falecimento de Gerson Victalino na madrugada desta quarta-feira, em Belo Horizonte, aos 60 anos, por conta de complicações causadas pela Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) entristeceu a comunidade do basquete. O ex-pivô da Seleção Brasileira, sendo o jogador que mais atuou com a camisa verde e amarela (93 jogos por competições Fiba), foi homenageado por clubes, entidades, jornalistas, ex-companheiros, que acabaram muitas vezes se tornando amigos, e fãs.

Gersão, como também é conhecido, começou a jogar basquete aos 18 anos, depois de se destacar em jogos de futebol por conta da altura. Um ano depois, em 1979, ele estreou como profissional, Ginástico. Em 1981, começou a carreira na Seleção Brasileira, sendo o atleta que mais defendeu a amarelinha na história do basquete masculino.

O eterno camisa 6 da seleção também defendeu Monte LíbanoCorinthiansLençóis PaulistaJalesManresa-ESP, SportRecife e Remo, onde se aposentou, em 2002Gerson vestiu a camisa do Brasil de 1981 a 1994 e disputou três Jogos Olímpicos (1984, Los Angeles; 1988, Seul; e 1992, Barcelona).

Gerson Victalino também disputou dois Mundiais (1986, Madri; e 1990, Buenos Aires) e três Jogos Pan-Americanos (1983, Caracas; 1987, Indianápolis, onde se sagrou campeão ao bater os Estados Unidos na final; e 1991, Havana). O Basquete Todo Dia se solidariza com amigos e familiares de Gersão, uma das figuras mais importantes do esporte nacional.

Veja, abaixo, algumas das homenagens:

https://twitter.com/basquetebrasil/status/1255469661568761856

https://twitter.com/NBB/status/1255492452431077386

https://twitter.com/BasquetManresa/status/1255533054120124418

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