Após exposição nacional, Gui Carvalho quer se firmar no Minas e seguir evolução

Gui Carvalho vai para a terceira temporada como profissional (Foto: Divulgação/Liga Nacional de Basquete - LNB)
Gui Carvalho vai para a terceira temporada como profissional (Foto: Divulgação/Liga Nacional de Basquete – LNB)

Uma das principais promessas do basquete brasileiro, o jovem ala-armador minas-tenista Gui Carvalho, de 18 anos, sente-se preparado para se firmar como opção real do Minas e ter mais destaque. Na temporada passada, ele atuou somente em quatro de 18 partidas possíveis pelo clube, somando 14 minutos de quadra. Apesar disso, o jogador ganhou exposição nacional ao ser convocado para a Seleção Brasileira e atuar em duas partidas, totalizando 23 minutos em ação com a camisa verde e amarela. A joia do clube mineiro conversou com o Basquete Todo Dia sobre a próxima temporada, sonhos para o futuro e estilo de jogo.

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Gui Carvalho estreou como profissional em 2018, aos 16 anos, na vitória do Minas por 92 a 56 sobre o Juiz de Fora, pela primeira rodada do Campeonato Mineiro. De lá para cá, são 12 partidas (dez pelo Minas e duas pela seleção) como adulto. O jogador se disse pronto para entrar de vez na rotação minas-tenista e começar a se destacar pelo clube.

“Na última temporada eu tive uma exposição boa, só que eu não estava tendo muito tempo de quadra, quase não estava tendo tempo de quadra. Então, esta temporada, lógico que tenho que estar preparado, estou treinando, me preparando para isso, mas vejo como uma chance de entrar de vez nesse cenário nacional. Com 18 anos, acho que já estou pronto fisicamente e acho que já consigo acompanhar o ritmo. Creio que já dá para entrar nesse cenário e me firmar”, afirmou. Gui ainda integra equipes das categorias da base quando solicitado.

Gui Carvalho em ação contra o Pato, pelo NBB (Foto: Orlando Bento/Minas)
Gui Carvalho em ação contra o Pato, pelo NBB (Foto: Orlando Bento/Minas)

O Minas ainda está no início do processo de formação da equipe para a temporada 2019/2020. Até o momento, o técnico Leo Costa e o ala-pivô Felipe Queirós são os únicos que já tiveram os contratos renovados pelo clube. Além de Gui Carvalho, com contrato até junho de 2024, o ala Samuel Ribeiro e o pivô Tiago Dias, também jovens da categoria de base, seguirão no elenco.

O Minas terminou a temporada 2019/2020 como semifinalista da Copa Super 8 e em quarto do NBB, que foi encerrado sem campeão e precocemente devido à pandemia do novo coronavírus. Apesar disso, o Minas se garantiu na próxima Liga Sul-Americana devido à colocação na liga nacional. Outros torneios que o Minas pode disputar na temporada 2020/2021 são Campeonato Mineiro, se for confirmada a edição de 2020, e Super 8, caso a equipe termine o primeiro turno do NBB entre os oito melhores.

Sonhos: Seleção Brasileira e NBA

Gui Carvalho contra o Uruguai, em partida com pelo Brasil (Foto: Thierry Gozzer/Confederação Brasileira de Basquetebol - CBB)

Gui Carvalho também comentou sobre as aspirações na carreira. Ele diz que busca mais tempo de quadra e continuar o processo de evolução para também ser um dos nomes da nova geração do basquete brasileiro e ter sequência na seleção. Sobre uma saída da NBA ou Europa, apesar do sonho, o jovem mantém cautela.

“Penso neste ano ser mais efetivo. Jogar mais, ter mais oportunidade de estar em quadra. Justamente porque penso em no futuro integrar a seleção, ser um dos principais nomes do Brasil. Tenho muito essa visão também. Penso muito em jogar na NBA, ou então na Europa, mas o meu futuro é muito indeterminado. Não foco muito nisso agora, quero mais render, ter o máximo de rendimento possível pelo Minas, para um dia aparecer bem e, se Deus quiser, conseguir isso”, afirmou.

Por fim, o filho do ex-pivô Deivisson dos Santos, que se aposentou em 2013, comentou sobre a posição que prefere atuar. Com 1,97m e boa envergadura, Gui Carvalho consegue cumprir várias funções, mas disse que prefere atuar como armador ou ala-armador.

“Consigo jogar em várias posições, da um (armador) até a quatro (ala-pivô), mas minha posição preferida é armador ou ala-armador. No sub-20, gosto de jogar de armador pois tenho mais controle do jogo. No profissional é mais difícil, pois os adversários são mais fortes, experientes, aí acabo caindo para dois, ala-armador. Mas me vejo no futuro jogando como armador sim, pela boa altura e pelas coisas que consigo fazer com a bola”, completou.

Gui atuou em seis partidas na temporada 2018/2019, a de estreia como profissional (Foto: Orlando Bento/Minas)
Gui atuou em seis partidas na temporada 2018/2019, a de estreia como profissional (Foto: Orlando Bento/Minas)

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