Basquete olímpico merece disputa com 16 times; 12 é pouco

Austrália conquistou o bronze em Tóquio ao vencer a Eslovênia (Foto: Divulgação/FIBA)
Austrália conquistou o bronze em Tóquio ao vencer a Eslovênia (Foto: Divulgação/FIBA)

Um dos esportes mais populares do mundo, o basquete é um dos atrativos dos Jogos Olímpicos. Contudo, a forma de disputa e, principalmente, a quantidade de equipes têm gerado discussões no meio basqueteiro.

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Desde os Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, 12 equipes protagonizam o torneio de basquete masculino. A forma de disputa varia quanto a dois grupos de seis ou três grupos de quatro times, com sucessiva fase mata-mata a partir das quartas de final.

Acontece que o basquete mundial evoluiu consideravelmente, e 12 equipes se mostra um número aquém para um torneio deste porte. É completamente possível ter 16 equipes, por exemplo, atuando no basquete olímpico sem que o nível técnico caia.

Nos Jogos Olímpicos deste ano – Estados Unidos venceu entre homens e mulheres -, em Tóquio, por exemplo, equipes como Canadá, Camarões, Sérvia e Grécia poderiam facilmente participar do torneio olímpico masculino e agregar muito à qualidade do jogo. O mesmo vale para o feminino – que já chegou a ter seis equipes participantes.

Para se ter ideia, a Copa do Mundo Masculina da FIBA, principal torneio entre seleções sem ser a Olimpíada, conta com 32 equipes. A questão é antiga, mas tem ganhado mais atenção nos últimos anos. Torçamos para um aumento de equipes tanto no feminino quanto no masculino.

Os resultados em Tóquio

Os Estados Unidos continuam soberanos e, mesmo com sustos no masculino, seguem dominantes. No feminino, Japão (prata) e França (bronze) completaram o bronze.

A ala-pivô Breanna Stewart, dos Estados Unidos, foi a melhor jogadora no feminino. A armadora japonesa Rui Machida, a ala-armadora belga Meesseman e a ala estadunidense A’Ja Wilson e a pivô francesa Sandrine Gruda completam o quinteto ideal.

No masculino, torneio mais disputado, França (prata) e Austrália (bronze) completaram o pódio. O ala Kevin Durant foi o melhor jogador do campeonato, com os armadores Ricky Rubio, da Espanha, Patty Mills, da Austrália, Luka Doncic, da Eslovênia, e o pivô Rudy Gobert, da França, completando o quinteto ideal.

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