Revelados 7 possíveis destinos para sequência de Stephen Curry
O maior agente livre do mercado de tênis de basquete não é um novato nem uma jovem estrela em ascensão. É Stephen Curry. E o momento escolhido por ele pode redefinir toda a indústria e candidatos não faltam como possível destino para o astro do Golden State Warriors.
A estrela da NBA se tornará agente livre no mundo dos calçados em 2026, quando a Curry Brand deve se desvincular oficialmente da Under Armour. A decisão de Curry acontece justamente quando a empresa passa por uma fase de redução de estoques, simplificação de linhas e reestruturação de sua estratégia de calçados.
Embora exista a possibilidade de Curry manter a Curry Brand de forma totalmente independente, é muito mais provável que ele leve sua marca — incluindo os atletas que assina — para uma nova parceira. Com essa liberdade, ele ganha maior poder de negociação, flexibilidade e uma fila crescente de pretendentes no mercado esportivo.

Nos últimos meses, Curry tem usado modelos de diferentes marcas tanto nos jogos quanto nos aquecimentos. Já entrou em quadra com o Nike Kobe 6 “Mambacita Sweet 16”, chegou a Orlando com o Reebok Shaqnosis, e trocou para o Nike Air Penny 2 “Volt”. Cada escolha carrega um simbolismo próprio — e deixa claro que o maior nome de calçados exclusivos da última década está explorando todas as possibilidades.
Com isso em mente, para onde Curry pode seguir de forma realista? O portal heavy.com trouxe sete destinos que fazem sentido hoje:
7. Puma
A Puma tem investido fortemente no basquete, com nomes como Tyrese Haliburton e LaMelo Ball, e registrou receita recorde em 2024. A chegada de Curry elevaria instantaneamente o status da marca no basquete, adicionando um rosto veterano com credibilidade global. O desafio? A Puma talvez não ofereça o nível de autonomia, escala e controle que Curry busca para o futuro da Curry Brand.
6. Jordan Brand
A marca de Michael Jordan carrega um prestígio incomparável. Unir o maior arremessador da história ao maior ícone do esporte tem enorme peso cultural — e ambos têm raízes na Carolina do Norte.
Mas, ao levar a Curry Brand consigo, Curry já chega com sua própria identidade comercial. Na Jordan, ele seria provavelmente posicionado como um veterano, enquanto o foco atual da marca está em Tatum, Doncic e Zion. Prestígio existe, mas a autonomia seria menor.
5. Adidas
A Adidas está reconstruindo sua narrativa no basquete com Anthony Edwards e uma estratégia mais conectada à cultura. Curry poderia assumir um papel central nessa retomada. O impasse está no período de reconstrução da marca, que ainda busca recuperar protagonismo — algo que pode pesar na decisão de Curry.
4. Reebok
Curry usando o Shaqnosis reacendeu a nostalgia da Reebok, agora sob a liderança de Shaquille O’Neal, que tenta revitalizar sua divisão de basquete. A combinação tem energia cultural e seria impactante.
O problema é estrutural: a Reebok ainda cresce de forma gradual e talvez não consiga sustentar o investimento necessário para um acordo do tamanho de Curry.
3. Li-Ning
A Li-Ning é especialista em transformar superestrelas em franquias globais, como fez com Dwyane Wade. A marca oferece participação acionária, liberdade criativa e oportunidade de legado — algo que combina perfeitamente com os objetivos de Curry. Com uma base de fãs enorme na Ásia, Curry poderia transformar sua marca em um império internacional.
2. ANTA
A ANTA se consolidou como uma potência global, impulsionada pelas linhas de Kyrie Irving e Klay Thompson. A marca dá grande liberdade aos atletas e possui enorme presença no mercado chinês.
Curry seria mais que um contratado: seria peça central de uma estratégia global de expansão.
Do ponto de vista de legado e alcance internacional, é uma das escolhas mais poderosas.
1. Nike — a opção mais lógica
A Nike oferece escala, marketing, impacto cultural e a plataforma mais poderosa do basquete.
E o vínculo emocional já está reacendendo: Curry voltou a aquecer com modelos da linha Kobe logo após a separação da Under Armour.
A Nike tem o maior alcance, a maior influência e a narrativa mais forte.
Embora Curry abra mão de parte da independência, ele recuperaria o palco mais alto da indústria.