Confirmado pelo jogador: Willian é 100% Chelsea e estará no duelo contra o Palmeiras
De férias nos Estados Unidos, Willian será um dos torcedores ilustres nas arquibancadas do Lincoln Financial Field, nesta sexta-feira (04), para acompanhar o duelo entre Chelsea e Palmeiras, pelas quartas de final do Super Mundial de Clubes.
Revelado pelo Corinthians e com sete temporadas vestindo a camisa do Blues, o meia-atacante não esconde sua torcida pelo clube londrino e nesta partida de quartas de final é 100% Chelsea. Convidado pela Fifa para acompanhar a partida in loco, Willian acredita que o confronto será equilibrado, mas aposta na vitória inglesa.
“Vai ser um jogo bem complicado. Se o Chelsea conseguir marcar cedo, pode ter mais controle, como aconteceu com o Bayern contra o Flamengo. Mas não será fácil. No fim das contas, acredito que o Chelsea avança”, afirmou, em entrevista à Fifa.
Jogador também cita jogo imprevisível
Apesar do favoritismo do Chelsea, Willian ressaltou o caráter imprevisível da competição. “O Mundial tem trazido muitas surpresas. Vimos o exemplo do Al-Hilal, que se defendeu muito bem contra o Manchester City. Nada é garantido.”
Sobre o estilo de jogo das equipes, o brasileiro aposta em um Palmeiras mais reativo, explorando os contra-ataques, enquanto o Chelsea deve controlar a posse de bola.
Willian também comentou sobre a transformação profunda no clube desde sua saída, em agosto de 2020. “O Chelsea mudou completamente nesses últimos cinco anos. Mudou tudo: jogadores, dirigentes, até médicos e fisioterapeutas. É raro ver uma mudança tão radical.”
Aos 36 anos, o ex-jogador revelou que ainda mantém contato com ex-companheiros de sua época no clube, como John Terry, Cech, Lampard, Drogba e Obi Mikel. Entre os atletas do elenco atual, Reece James é o único com quem ainda conversa.
Willian também mencionou dois nomes do time atual com quem gostaria de ter dividido o campo: Palmer e Enzo Fernández. “De vez em quando trocamos mensagens, falamos sobre o que está acontecendo no clube. Mesmo fora de lá, seguimos como torcedores. O Chelsea continua sendo o Chelsea.”