FIFA permitiu “brecha” e Chelsea trouxe nome de peso no Super Mundial
O Chelsea começou o Super Mundial de Clubes de forma discreta, classificando em 2º no grupo D e sendo derrotado pelo Flamengo por 3 a 1. Porém, com a chegada do mata-mata, o time parece ter decolado, com boas atuações principalmente contra a dupla brasileira Palmeiras e Fluminense. Mas, para essa decolagem, uma peça foi importante, uma chegada de peso que mudou a cara do clube inglês.
O atacante João Pedro foi o grande destaque da semifinal entre Chelsea e Fluminense no Mundial de Clubes. Com dois golaços, o brasileiro formado em Xerém comandou a vitória inglesa por 2 a 0 e manteve viva a famosa “lei do ex”, garantindo os Blues na grande final.
Após a partida, João Pedro comentou sobre o feito de decidir contra o clube que o revelou, deixando clara sua gratidão ao Fluminense, mas destacando o profissionalismo que norteou sua atuação.
Regra da FIFA permitiu a inscrição do atleta durante a competição
Apesar do desempenho de alto nível, a participação do atacante gerou debate. Richarlyson, comentarista da TV Globo e ex-jogador, criticou duramente a regra da FIFA que permitiu a inscrição de novos jogadores após o início da competição.
“Essa segunda janela que a FIFA abriu é absurda. João Pedro não participou da fase inicial e chega direto para a reta final. Não faz sentido trazer um jogador só para uma ou duas partidas” — afirmou Richarlyson durante o programa no SporTV.
De acordo com o regulamento, os clubes puderam registrar novos atletas entre 27 de junho e 3 de julho. Foi com base nessa regra que o Chelsea inscreveu João Pedro a tempo de utilizá-lo nas oitavas contra o Palmeiras e agora diante do Fluminense.
Sem clubes brasileiros na disputa, o Mundial chega a grande final. Neste domingo (13), o Chelsea mede forças com o Paris Saint-Germain, às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.