Nikola Jokic bateu o martelo e recusou proposta de gigante da NBA
O que Nikola Jokic construiu com o Denver Nuggets desde o primeiro prêmio de MVP, em 2020-21, é monumental. Seu domínio raramente é visto na NBA e explica por que ele e a franquia seguem constantemente entre os favoritos ao título, mesmo em uma Conferência Oeste tão competitiva.
Na última temporada, embora não tenha levado o quarto MVP da carreira, o sérvio continuou a enriquecer seu legado. Com médias de 29,6 pontos, 12,7 rebotes e 10,2 assistências, tornou-se apenas o terceiro jogador da história da liga a registrar um triplo-duplo de média ao longo do ano.
Com isso, o astro se juntou a Russell Westbrook e Oscar Robertson. Mais um feito que reforça a visão de muitos: Jokic é o melhor jogador do mundo na atualidade.
Equipe quer manter o jogador no elenco
Não à toa, os Nuggets querem garantir sua permanência. Nesta offseason, ofereceram uma extensão de três anos avaliada em US$ 212 milhões (R$ 1,1 bilhão), válida até 2029-30. No entanto, Jokic recusou. A decisão levantou especulações sobre um possível futuro fora de Denver, mas a realidade é bem diferente.

O pivô ainda tem contrato por mais três temporadas, incluindo uma opção de jogador de US$ 62,8 milhões para 2027-28. Ao rejeitar a proposta agora, ele se coloca em posição de assinar uma extensão ainda mais lucrativa no próximo ano: quatro anos por quase US$ 300 milhões, o que representaria cerca de US$ 80 milhões a mais do que a oferta atual.
A diretoria dos Nuggets já esperava essa postura. Segundo Zach Lowe, da ESPN, nunca houve qualquer indício de descontentamento do jogador, tampouco rumores sobre saída. Para a franquia, este continua sendo o “time de Jokic”, e tudo será feito para mantê-lo até o fim da carreira.
Em resumo: a recusa não sinaliza ruptura, mas estratégia financeira. O sérvio segue comprometido com Denver, e os torcedores podem ficar tranquilos — a expectativa é de que, em 2025, ele assine uma nova extensão que o manterá nos Nuggets a longo prazo.