Surge novo elemento e causa da morte de Diogo Jota sofre reviravolta

Testemunhas que presenciaram o acidente de carro que matou o atacante Diogo Jota e o irmão André Silva garantem que o ex-atleta do Liverpool, da Inglaterra, e da Seleção de Portugal não estava dirigindo em alta velocidade, como foi dito no relatório pericial da Guarda Civil da Espanha.

As primeiras informações do relatório disseram que Diogo Jota estava conduzindo a Lamborghini Huracán em ‘alta velocidade’ pela estrada A-52,perto da cidade de Palacios de Sanabria, mas sem especificar qual a velocidade exata. Além disso, houve um problema no pneu antes do acidente.

Em entrevista ao jornal português ‘Correio da Manhã’, o caminhoneiro José Azevedo garantiu que Diogo Jota e André Silva estavam dirigindo em velocidade moderada no momento do acidente. Ele afirmou que os irmãos sofreram o acidente por causa do mau estado da rodovia. A tragédia aconteceu na última quinta-feira (3) e abalou o mundo do futebol.

Novas informações sobre o caso de Diogo Jota surpreendem

“Eu filmei, parei, tentei ajudar, mas infelizmente não pude fazer nada. Estou com a consciência tranquila. A família tem a minha palavra de que eles não estavam em alta velocidade. Eu pude ver a marca e a cor do carro quando eles passaram por mim. Eles estavam dirigindo com muita calma”, disse José Azevedo.

O jornal ‘Correio da Manhã’ publicou ainda que um outro caminhoneiro, que seria amigo de José Azevedo, também confirmou a informação de que Diogo Jota e André Silva não estavam em alta velocidade no momento do acidente que causou a morte dos dois jogadores de futebol.